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Avatar Dublado Dvdrip 2010




INFORMAÇÕES DO ARQUIVO

Áudio: Português do Brasil

Legenda: Indisponível

Diretor: James Cameron

Tamanho: 947 MB

Resolução: 576×320

Qualidade: DVDRip

Qualidade de Audio: 10

Qualidade de Vídeo: 10




INFORMAÇÕES DO FILME

Ano de Lançamento: 2009

Gênero: Ação/Aventura

Duração: 161 minutos



Sinopse: No épico de ação e aventura AVATAR, James Cameron, diretor de Titanic, nos leva a um mundo espetacular, além da nossa imaginação. Na distante lua Pandora, um herói relutante embarca em uma jornada de redenção e descoberta, liderando uma batalha heróica para salvar a civilização. O filme foi idealizado por Cameron há 14 anos, quando ainda não existiam meios para concretizar suas ideias. Agora, após quatro anos do trabalho de produção real, AVATAR nos proporciona uma inovadora experiência de imersão total no cinema, em que a tecnologia revolucionária que foi inventada para realizar o filme se dilui na emoção dos personagens e na história arrebatadora.



Capa do filme AVATAR
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Opção 1: depositfiles

Opção 2: X7.to

 

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INFORMAÇÕES DO ARQUIVO

Áudio: Português do Brasil

Legenda: Indisponível

Tamanho: 1,07 GB

Formato: AVI

Qualidade: DVDRip

Qualidade de Audio: 10

Qualidade de Vídeo: 10











INFORMAÇÕES DO FILME

Ano de Lançamento: 2009

Gênero: Documentario

Duração: 93 min



Sinopse: Em algumas poucas décadas, a humanidade interferiu no equilíbrio do planeta estabelecido há aproximadamente 4 bilhões de anos de evolução. O preço a pagar é alto, mas é tarde demais para ser pessimista. A humanidade tem somente 10 anos para reverter essa situação, observar atentamente a extensão da destruição das riquezas da Terra e considerar mudanças em seus padrões de consumo.


Ao longo de uma seqüência única através de 50 países, toda filmada dos céus, Yann Arthus-Bertrand divide conosco sua admiração e preocupação com esse filme e finca a pedra fundamental para mostrar que, juntos, precisamos reconstruí-lo.



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Parte 1
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Parte 2
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ENCHENTES EM SC, USO DAS ENCOSTAS, RISCOS ATUAIS E A FOSFATEIRA EM ANITÁPOLIS COMO RISCO POTENCIAL


As chuvas pararam em SC, mas o trabalho de reconstrução segue nas áreas atingidas pela enchente. Ontem o Fantástico mostrou umas cenas parecidas com esse ensaio que iniciei na semana passada. Eles mostraram situações de risco em Cubatão (SP), Teresópolis (RJ) e outras cidades onde as pessoas e empreendimentos cometeram imprudências que com uma chuvarada mais prolongada como a de novembro em SC se transformam em calamidade, causando inumeras mortes que não precisavam acontecer. Abaixo mostro algumas situações no Alto Rio Braço do Norte em SC em comparação com as do Morro do Baú. Um empreendimento de grande vulto está buscando licenciamento para iniciar a operar a jazida de fosfato nas encostas da Serra do Pinheiro. As imagens e fotos ilustram uma situação muito parecida com as que assistimos aterrorizados nos noticiarios da TV nesse novembro chuvoso de SC.

IMAGENS DA REGIÃO DO MORRO DO BAÚ CENTRAL ANTES DAS CHUVAS mostrando o uso idadequado das encostas. Muitos deslizamentos ocorreram nessa área.


BAÚ CENTRAL: QUEIMADAS E DESMATAMENTOS ANTES DOS DESLIZAMENTOS

BAÚ BAIXO com os arrozais e casas que foram soterradas com os deslizamentos.

A região do Morro do Baú e Ilhota foi a que registrou o maior número de mortes e conta com um número alto de desaparecidos. São 21 desaparecidos nessa região. Olhando as imagens acima, podemos ver que as pessoas vem brincando com a sorte a muitos anos. Pouco a pouco eles vem desmatando topos de morro e encostas mais ingremes.

IMAGEM DA SERRA DO PINHEIRO ONDE A BUNGE/YARA PRETENDE INSTALAR O PROJETO ANITÁPOLIS
FOTO DAS ENCOSTAS DA SERRA DO PINHEIRO ILUSTRANDO A EXUBERANTE COBERTURA DE MATA ATLÂNTICA E O RELEVO ACIDENTADO

VISTA DO PROJETO ANITÁPOLIS PROJETADA mostrando a área que terá a cobertura florestal excluida.

As imagens e foto acima ilustram o local pretendido pela Bunge para extrair fosfato. É bom prestar bem a atenção nas encostas íngremes e na cobertura florestal que protege as encostas da erosão. A idéia deles seria retirar a cobertura florestal no alto das encostas para a extração do fosfato. No processo, ele deixarão o solo exposto ao tempo e às intempéries. Nas condições atuais, isso seria mais uma bomba relógio em nossas mãos. Caso o empreendimento seja aprovado, teremos acionado a bomba relógio. Pode ser que por um período muito fertilizante seja produzido e dinheiro seja acumulado pelas partes interessadas, mas a bomba relógio estará em franco andamento.



IMAGEM DA FLORESTA OMBRÓFILA DENSA NO VALE DO RIO DO PINHEIRO QUE ESTÁ PROJETADA PARA SER INUNDADA PELOS LAGOS E BARRAGENS DO PROJETO ANITÁPOLISFOTO DA MATA NO VALE DO RIO DO PINHEIRO MOSTRANDO SUA EXUBERÂNCIA: essa floresta corre o risco de ser inundada e soterrada pelo lago e barragens

As imagens acima ilustram uma grange área coberta por uma floresta Atlântica ombrófila densa, rica em biodiversidade, abrigando especies ameaçadas como a Canela Preta e outras. Essa floresta atua também como uma excelente exponja absorvendo as chuvas e retendo grande parte das enchurradas. O Projeto Anitápolis pretente soterrar essa floresta maravilhosa com duas barragens de rejeito e ainda inundar o restante com dois lagos de água contaminada pela mineração. O presente quadro de recuperação lenta dos prejuizos no Vale do Itajaí e a interdição de parte da região devido ao grande risco de vida, aponta para a região de Anitápolis um grande e vistoso sinal de ALERTA.

SITUAÇÃO DAS ESTRADAS EM ANITAPOLIS NO DIA 24 DE NOVEMBRO DE 2008

SITUAÇÃO NAS NASCENTES DO RIO BRAÇO DO NORTE ONDE VEMOS DESMATAMENTOS NOS TOPOS DE MORRO COMO OS OBSERVADOS EM BLUMENAU, GASPAR E MORRO DO BAÚ


CONDOMÍNIOS NAS NASCENTES DO BRAÇO DO NORTE PROVOVAM DESMATAMENTOS EM TOPOS DE MORRO AUMENTANDO O RISCO DE DESLIZAMENTOS

As cabeceiras do Rio Braço do Norte já vem sendo comprometidas por empreendimentos que causam desmatamento em topos de morro, facilitando futuros deslizamentos. As chuvas no dia 24 de novembro de 2008 causaram deslizamentos e destrução em Anitapolis conforme a foto da estrada acima. As cabeceiras do Braço do Norte já atuam como outra bomba relógio em seu sutil e monótono tic tac. Cabe a população de inteirar buscar corrigir os problemas que causam esses riscos atuais e impedir que outros entrem em cena tornando a situação incontrolável.

Alguns podem achar que estou sendo radical com esses textos, porém também seria taxado de radical se tivesse me pronunciado contra a ocupação das encostas no Morro do Baú e demais regiões no Vale do Itajaí antes da última calamidade. Hoje dizer que sou contra o Projeto Anitápolis é uma posição radical, amanhã após outra chuvarada de grandes proporções como essas de novembro último esses textos seriam vistos como um aviso de utilidade pública. Além de estar tentando chamar a atenção das pessoas para que se atentem aos riscos de um empreendimento muito mal explicado.


FONTE: BLOG MATA ATLÂNTICA CATARINENSE


Por isso devemos ser contra o Projeto Anitápolis, contra a operação da jazida de fosfato e a favor de formas alternativas da produção de fosfato para nossa agricultura.


Floresta Estacional Semidecidual


A floresta Estacional Semidecidual constitui vegetação típica do bioma Mata Atlântica, estando condicionada pela dupla estacionalidade climática, perdendo parte das folhas (20 a 50%) nos períodos secos. É constituída por fanerófitos com gemas foliares protegidas da seca por escamas (catafilos ou pêlos), tendo folhas adultas esclerofilas ou membranáceas deciduais. O grau de decidualidade, ou seja, a perda das folhas é dependente da intensidade e duração de basicamente duas razões: as temperaturas mínimas máximas e a deficiência do balanço hídrico. Esse tipo de vegetação é encontrado em vários estados, na Mata Atlântica. Espécie arbórea dominante aspidosperma polyneuron Mull. Arg (apocynaceae).

Floresta Estacional Decidual


A Floresta Estacional Decidual, também chamada Floresta Estacional Caducidófila é um ecossistema do bioma Mata Atlântica. Ocorre em grandes altitudes e baixa temperatura. Este tipo de vegetação é caracterizado por duas estações climáticas bem demarcadas, uma chuvosa seguida de longo período biologicamente seco. Ocorre na forma de disjunções florestais, apresentando o estrato dominante macro ou mesofanerofítico predominantemente caducifólio, com mais de 50% dos indivíduos despidos de folhagem no período desfavorável.

Floresta Ombrófila Mista


Floresta ombrófila mista, também Floresta de Araucária, é um ecossistema com chuva durante o ano todo, normalmente em altitudes elevadas, e que contém espécies angiospermas, mas também coníferas. Encontrado no Brasil principalmente nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O clima da região é temperado, com chuvas regulares e estações relativamente bem definidas: o inverno é normalmente frio, com geadas freqüentes e até neve em alguns municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e o verão razoavelmente quente. As temperaturas variam até 30 °C no verão, ja no inverno podem atingir menos 0 °C.

Floresta Ombrófila Aberta


A Floresta Ombrófila Aberta é considerada uma área de transição entre a Floresta ombrófila densa e as demais florestas atlânticas. Esta floresta apresenta quatro faciações florísticas que alteram a fisionomia ecológica da Floresta Ombrófila Densa:
Com palmeira – cocal;
Com bambu – bambuzal;
Com cipó – cipozal;
Com sororoca – sororocal.
Tem como característica ambientes com climas mais secos, que chegam de 2 a 4 meses por ano, com temperaturas de 24 à 25°C.
Seu nome advém por conseqüência da fitomassa e o fitovolume de recobrimento, que vão diminuindo gradativamente de densidade.

Floresta Ombrófila Densa


Floresta ombrófila densa é uma mata perenifólia, ou seja: sempre verde com dossel de até 15 m, com árvores emergentes de até 40 m de altura. Possui densa vegetação arbustiva, composta por samambaias, bromélias e palmeiras. As trepadeiras e epífitas (bromélias e orquídeas) cactos e samambaias também são muito abundantes. Nas áreas úmidas, as vezes temporariamente encharcadas, antes da degradação do homem, ocorriam figueiras, jerivás (palmeira) e palmitos (Euterpe edulis).